quinta-feira, 16 de maio de 2013

publicidade do negócio

Certa vez a empresa onde trabalhava precisava por um totem, ou placa que seja na frente da companhia.
Da-lhe ligar para todo mundo que tinha placa e todos dizendo que foi feito em outro estado, ou que foi fabricado num serralheiro fundo de quintal mesmo.
Como nós queríamos algo de maior qualidade, não íamos mandar fazer num qualquer, tinha que ser alguém melhor.
DEpois de muita conversa descobrimos um fabricante na nossa cidade mesmo. ligamos para o sujeito, pegamos o endereço e fomos para lá. Era uma região afastada do centro, já na zona rural.
Andamos para lá e par cá um tempo até que decidimos parar num galpão sujo, sem número, para perguntarmos.
 - É aqui, disse a moça.
Então nos demos conta que a empresa que fazia placas e totems para todo mundo no estado NÃO tinha nenhum de seus produtos para anunciar a PROPRIA empresa.
Nisso se vê que a propaganda aqui em Santa catarina é vista como um custo, e não um investimento. Há diversas empresas que querem que os clientes se estapeiem pelo seu produto, mas não fazem um mínimo esforço para que este produto seja conhecido de seu público alvo.
Várias outras empresas põem seus produtos novos á venda sem nem mesmo mostrá-lo aos seu funcionários. Mas estas mesmas empresas querem que o funcionário saiba em detalhes de tudo que é vendido na companhia. Oras se você quer que alguém lhe conheça, é VOCÊ que tem que se apresentar.
Então pessoal, prestem atenção, se você tem um produto faça tudo que estiver ao seu alcance para que este produto seja conhecido pelo seu cliente, pelos seus funcionários, e até mesmo seus concorrentes.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

ajudem o blog

se vocês tiverem uma boa história de uma situação ridícula em sua empresa, mande para a gente.
Ficaremos felizes em publicar.

stress no trabalho

Escutei durante o expediente:
- Se me derem mais trabalho, vou ter debrução, vou começar a beber e acabar com o figo, ficar com hipertesão, e dai vo criar três ursa no stombro. já tou com dor nos zóio, e com sistema nervoso.


sexta-feira, 26 de abril de 2013

Rótulos de produtos

Volta e meia vejo no supermercado produtos com rótulos em espanhol e português. até aí tudo bem, mas há um problema nisso. Sabe porque eu escrevi espanhol antes do português? por que o idioma espanhol está em destaque, e lá num cantinho perdido estão as descrições do produto em português.
Pior ainda, muitas vezes o produto é fabricado no Brasil. Sim isso mesmo, um produto brasileiro, voltado para o mercado brasileiro, fabricado e consumido por brasileiros, com a maior parte de sua embalagem em espanhol. Isto é para lá de rídiculo.
Talvez seja pelo Mercosul. Mas pensem comigo, quando vem um produto da Argentina ou Chile, o máximo que se faz é colar uma etiqueta tosca por cima do rótulo original. Nenhum fabricante de outro país tem interesse em vender para o Brasil, mesmo o nosso país sendo o maior mercado da America do Sul.
Vamos ser sinceros, nossos vizinhos deviam implorar para vender por aqui, mas não. Parece que eles não estão nem aí.
Enquanto nós... Bem, nós nos esforçamos ao máximo para vender tudo para nossos vizinhos, e esquecemos de vender para nosso próprio mercado...

domingo, 14 de abril de 2013

serrinha chinesa

recentemente comprei uma serra circular importada por uma loja aqui da região.
Ela at´q que funcionou bem, por um período. Mas ontem mesmo eu estava cortando umas madeiras mais duras, e a serrinha parou de funcionar. Assim, sem mais nem menos.
Pensei que tinha estourado algum fio do rotor, como havia acontecido com minha outra serra circular (sniff).
Quando dei uma chupeta direto nas escovas a bicha mexeu. E eu fiquei surpreso.
Demonta daqui e dali, vi que não passava energia pela chave.
A chave era toda lacrada, talves para economizar com parafusos. tive que abrir com um estilete. E...... tchararan: um dos contatos estava colado. é colado mesmo.
A fábrica usou um plástico tão vagabundo que quando eu desliguei a máquina o contato voltou para a posição de descanso e COLOU no apoio. Daí o motor não ligava mais.
foi só usar um pouquinho mais a máquina e o calor do contato derreteu o plástico de apoio e acabou grudando. Meu velho amigo estilete resolveu a situação, cortando o plástico por baixo do apoio.
tudo voltou a funcionar, montei a serra e fiquei feliz da vida.
Menos com a marca Powner, que usa materiais tão inferiores no seu equipamento. custava tanto assim usar um plástico melhor? e se eu precisasse usar a serra o dia inteiro?
Fica a recomendação: tente sempre comprar ferramentas boas, ou tenha disposição como eu para desmontar e montar coisas no sábado e domingo

quinta-feira, 14 de março de 2013

os 10% da tinta

Recentemente comprei uma peuquena lata de tinta, de uma das marcas mais famosas do mercado.
Lá nas instruções (aquelas letrinhas ridiculamente minúsculas, espremidas entre duas enormes fotos de prédios recém-pintados), estava escrito que eu deveria colocar 10% de thinner ou solvente.

Detalhe 1: um desenho ENORME de uma TORNEIRA estava em cima das instruções que diziam que eu deveria por THINNER na tinta.
Claro que coloquei ÁGUA na porra da tinta. Eu olhei aquela DESGRAÇA de desenho e tasquei H2O. Sorte que só tinha separado parte da tinta, então acabei não estragando tudo.

Detalhe 2: CACETE, pra que porra serve colocar 10% de thinner na tinta? já que é para diluir essa bagaça, por que não fazer essa merda de tinta ultra-concentrada e usar 50% de solvente? assim a lata ia ficar muito menor e melhor de ser transportada.

detalhe 3: Porque a desgraça da tinta já não pode vir diluída na proporção certa? faz um grude lá dentro que fica firme em qualquer coisa duma vez......

Fora isso fica aquela impressão de que pintar qualquer coisa é um mistério insolúvel, que apenas um "profissional altamente treinado" pode fazer.

e na próxima: manuais de instrução

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Camaro e cachorro quente

Este fim de semana vi no Facebook a foto abaixo:
Tem uma versão que diz: "Se está ruim pro cara do cachorro quente, imagina pra ti"

Muitos vão pensar que é impossível comprar um Camaro vendendo cachorro quente, mas acho que não é bem assim,  e a matemática responde:
Considerando que um Camaro custa R$ 180.000,00; e que o sujeito guarde R$ 0,25 de cada cachorro quente para comprar o carro, ele precisa vender Tcham,tcham,tcham: Setecentos e vinte mil  lanches.
Se ele vender 100 lanches por dia, vai alcançar esta meta em sete mil e duzentos dias, ( Deus salve as divisões por dez, que a próxima eu preciso pegar a máquina).
Ou seja em mais ou menos vinte anos, se ele não colocar o dinheiro em algum investimento, só pondo embaixo do colchão mesmo. colocando em renda fixa ou ações vai acabar reduzindo o tempo pela metade ou menos. (não vou fazer as contas, por que é muito chato).
Entretanto, ninguém em sã consciência vai gastar todo o dinheiro conseguido com muito suor durante vinte anos num automóvel.(ou não, já vi gente gastar todo o FGTS que recebeu da aposentadoria em caminhonete, para vender depois por 25% mais barata). Melhor seria investir num veículo mais apropriado, como uma van adaptada para produzir o cachorro quente, com freezer para bebidas.
De qualquer maneira, do modo como o carro está estacionado, seria praticamente impossível colocar a carrocinha de lanches naquela posição. Se não for montagem, deve ter sido uma brincadeira entre o dono do carro e do carrinho.
Também não sei se é possível vender 100 hotdogs por dia, nem se é possível guardar R$ 0,25 de cada um.
Mas depois que eu vi pedreiro andando de L200, não duvido de mais nada!