sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Renda Básica Universal - Uma piada






Olá amigos.


Hoje eu vou colocar minhas opiniões sobre essa onda de renda básica universal.
Você não sabe o que é isso? bem de forma resumida a RBU (renda básica universal), seria um valor qualquer, em dinheiro, que todos receberiam, mesmo que não estivessem trabalhando. Que legal não? você vai ganhar uma graninha mesmo que passe o dia inteiro dormindo e comendo.
Esse debate ganhou força ultimamente por um motivo já antigo: A automação.
“Os robôs vão tomar todos os empregos”, “A inteligência artificial vai tomar conta de tudo”, “A tecnologia vai fabricar tudo e os humanos não vão ter renda”. O curioso é que grande parte destes alarmistas usa tecnologias inimagináveis anos atrás (como as redes sociais), para criar o alerta de que a tecnologia irá tirar empregos.
Alguns bilionários, como Mark Zuckerberg, George Soros e Elon Musk, engrossam o coro da RBU, e até mesmo Stephen Hawking já discursou a favor.
Outro fator que os ativistas da RBU atacam é a desigualdade de renda. “os ricos ficam mais ricos e os pobres mais pobres”, “ nossa sociedade está cada vez mais desigual”, “apenas os donos de tecnologia terão renda, o resto vai viver de migalhas”.
Mas há algo que passa desapercebido da mídia: Os maiores defensores de RBU não estão distribuindo SEU PRÓPRIO dinheiro. Zuckerberg, Soros ou Musk não dividem seu patrimônio com ninguém. Não precisa ser a lucratividade de suas empresas, boa parte de seu patrimono já estaria de ótimo tamanho. Eles poderiam tentar viver com o valor que acham justo para os outros e distribuir o resto. O discurso corrente entretanto, é fazer OS OUTROS pagarem pela RBU através de impostos. O discurso é um e a prática é outra.
E quanto ao problema da desigualdade? a história mostra que todas as tentativas de ampliação de uma sociedade igualitária acabaram em miséria e morte de milhões de pessoas. Mas me diga; qual é problema de alguém ter um trilhão de dólares e e outra pessoa viver com salário mínimo?
O que deve ser realmente levado em conta é como esta pessoa vive com este salário mínimo. Ela consegue pagar casa, comida, saúde e educação? então a situação dela é melhor que a maioria.
O problema maior não é ter ricos e pobres, mas sim como os mais pobres vivem na região onde moram. (afinal ser pobre em Luxemburgo é bem diferente de ser pobre na Guatemala.)
Mas a principal questão, ninguém dá uma resposta satisfatória, como esse programa irá se financiar? A resposta mais comum é através do uso de impostos sobre os mais ricos. Mas isto só quer dizer que é a parte mais pobre da sociedade é que vai realmente pagar pelo sistema. E por que? Oras, as pessoas ricas conseguiram seu dinheiro através da venda de produtos e serviços, onde o imposto é tratado como custo. E se o imposto é custo, esse custo depois é repassado para o valor dos produtos. Assim, quem paga impostos de verdade é o consumidor final, que não tem como passar os custos dos impostos para ninguém. Mas depois o peão recebe de volta uma merreca como assistência social. Olha que beleza!
O governo vai colocar impostos em empresas e pessoas ricas, com a intenção de distribuir dinheiro aos pobres. Os ricos vão repassar este novo custo aos seus produtos e serviços, fazendo com que os pobres comprometem mais ainda de sua renda. Depois estes pobres recebem de volta apenas uma parte do que foi recolhido dos impostos; afinal têm-se que pagar os agentes que distribuem o dinheiro.
Seria muito melhor que os pobres ficassem com o dinheiro que foi confiscado dos ricos lá no começo, afinal eles vão ter que pagar por todo o esquemão mesmo. Sem o confisco, os pobres iam ficar com um montante de recursos maior, afinal não serão obrigados a pagar o sistema burocrático criado para distribuição de dinheiro.
Há um outro ponto, porém.
As pessoas reagem a incentivos, e se os incentivos forem errados, todo mundo vai incorrer em erros. E os erros seguidos destroem primeiro a capacidade produtiva e depois a própria sociedade.esfacela.
Vamos dar um exemplo: numa ilha existem 100 pessoas que precisam pescar um peixe todo dia para sobreviver. Eventualmente algumas pessoas pescam os peixes enquanto outros às vezes não pescam nada, aí os pescadores acabam negociando pacificamente os peixes entre si. Mas um belo dia o chefão da ilha decide que isso não é justo e que todos tem que ter o peixe nosso de todo dia. Assim, todos vão ganhar um peixe, independente de pesca-lo ou não.
O que acontece em seguida? não há mais incentivo para que alguém se arrisque no mar e gaste horas a fio para pegar um peixe, se sem fazer nada se consegue um peixe do mesmo jeito.
Em poucos dias, mesmo os mais voluntariosos não se sentiram à vontade para pescar, ainda mais quando se sabe que muito do que se consegue será confiscado.
No final das contas não haverá peixe para ninguém.
A mesma coisa acontece se distribuir dinheiro sem motivo para as pessoas. Logo a produção cai, e a quantidade a ser distribuir diminui sem parar. No fim das contas será necessário imprimir dinheiro, que leva à inflação e destruição da renda e produção capital.
Ao fim e ao cabo, a RBU só vai distribuir pobreza e miséria
Leitura adicional: A renda básica universal é insensata

quarta-feira, 7 de março de 2018

o futuro do trabalho.


Se eu tentar adivinhar como será o trabalho no futuro, quase com certeza estarei errando feio. É praticamente impossível dizer como será o futuro, todas as previsões dos nossos avós e pais erraram miseravelmente.
 Mas ainda tem muita gente que acredita que pode prever o futuro daqui a 30; 40 ou 50 anos e muitas dessas pessoas acreditam que todos os trabalhos serão feitos por robôs.
É óbvio que a maior parte dos trabalhos braçais, mecânicos, repetitivos e pesados serão feitos por máquinas. As máquinas trabalham mais horas por dia com menos erros, de forma muito mais barata e sem reclamar do salário ou das condições de trabalho.
 Entretanto muitos desses futurólogos dizem que todos os trabalhos serão feitos por máquinas inclusive os criativos. O que eles não percebem é que a tecnologia vem destruindo postos de trabalho a mais ou menos 200 anos; ou seja, desde que o descaroçador de algodão foi inventado e provavelmente tirou emprego de milhares e milhares de pessoas que faziam esse trabalho manualmente.
 Com certeza as pessoas que estão tão preocupadas em manter os empregos no futuro comprariam imediatamente uma empregada doméstica robótica como é que existe no desenho dos Jetsons, pouco se importando se atualmente é uma empregada doméstica de carne e osso que faz o trabalho; com certeza daria uma conta para o seu motorista se conseguissem que o carro fosse sozinho ida e volta ao trabalho. Apenas o emprego da pessoa que alardeia que não terá mais empregos no futuro é que é importante para ela.
 Mas o que acontece em um processo que a gente vê todo dia em que conforme os Conforme as profissões vão desaparecendo novas profissões aparecem tem que ser preenchidas. (Já ouviu falar de web designer?). Ninguém hoje sente falta da pessoa que acendia poste por poste na rua quando ainda não existia a iluminação elétrica. Duvido que hoje em dia alguém gostaria de ter o emprego desses.
Ademais o computador, internet e o automóvel devem ter destruído milhões de empregos mundo afora, mas você que ficar sem algum deles?
 Outra coisa que acontece com os “ alarmistas do emprego”:  Eles escrevem de uma maneira que todos os empregos de um setor completo serão extintos de uma única vez. Como se quando alguém criasse um robô assentador de tijolos, todos os pedreiros do mundo serão demitidos no mesmo instante. Sempre leva um tempo para a tecnologia ser assimilada e popularizada. Nem todo mundo compra a ideia e a tecnologia corre alto risco de ser descartada. Lembro que o telefone-satélite era a nova revolução em comunicação, e foi um tiro na água.
Mais cômico é a solução que muitos dão para que não se percam empregos: impostos e renda básica universal. Oras, se não há empregos, como poderá haver renda para ser tributada e distribuída? Se esquecem que a única coisa que impostos fazem é DESTRUIR empregos?

Minha opinião é que vamos ter que conviver com os robôs e dar um jeito de criar novas ocupações (piloto de drone de velocidade, por exemplo), exatamente como vem acontecendo por mais de duzentos anos até agora.

 Leitura adicional : Os robôs tomarão seu emprego?

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Pedreiro é foda!

Se tem um povo que eu não suporto é dos pedreiros.
Sério gente, não dá para levar a sério esse pessoal.
Sei que é um trabalho pesado e castigante, que cansa e estraga o corpo e coisa e tals. Mas eles são muito bem pagos para trabalhar no que trabalham. Recebem bem mais que eu, por exemplo.
Mas eles precisam ser tão porcos? não digo do pó e bagunça inerente ao trabalho, mas do desleixo com que eles fazem o trabalho.
Se acha que não, vá lá e faça uma pequena construção para ver:
Na hora do fundamento é barro por todo o lado, montes e montes de barro por todo o terreno. Eles não podem colocar tudo num só lugar. Logo em seguida são os tocos de madeira espalhados por todos os lados, e pregos. Quilos de pregos em ótimo estado jogados no barro, e as linhas que usaram para fazer os esquadros emaranhados nos pedaços de madeira, impedindo você de andar livremente pelo seu terreno.
Quando começam a fazer a massa, são sacos e sacos de cimento meio vazios empilhados por aí. Sim , sacos meio vazios, por que quando tem só um punhado de cimento dentro, o saco é jogado de qualquer jeito por aí. De cada dez sacos, dá para tirar mais um só do desperdício.
Com a ferragem, a mesma coisa, se forem necessários duzentos estribos, serão feitos trezentos. E vários e vários pedaços de ferro ficam jogados por aí. "Depois a gente recolhe, eles dizem", mas por que diabos eles fazem mais do que é necessário? Acham que vai aparecer mais um metro de parede do nada , para eles encherem de concreto?
E conforme as paredes vão subindo, começam a aparecer no chão montes de argamassa, tijolos meio quebrados, pedras, mais pregos.
Isso quando não esquecem de fazer uma porta ou janela, dái têm que quebrar tubo para abrir o buraco ( e claro jogar mais material fora).
Com o telhado é a mesmíssima coisa; o caibro precisa só de três metros de comprimento, mas compram de quatro metros. Parece que é só para cortar um metro fora, a fim de desperdiçar material.
Alguns vão dizer que estas sobras são para encaixar o material que vem em medidas padrão no projeto da casa.
Mas eu não caio nesta história. Se o materiais vêm em medidas padrão, seria DEVER dos empreiteiros conseguir encaixá-los no projeto da casa com um mínimo de desperdício, seja alterando levemente o projeto ou procurando materiais mais de acordo.
No caso do ferro dos estribos, sempre sobra uma ponta, que poderia, sem mal nenhum, ser deixada no último estribo feito. Para a madeira do telhado, se só tem caibro de quatro metros, poderia aumentar um pouco o beiral ou a altura do telhado, para cortar menos material.
Mas a impressão que tenho é que, mesmo com vinte ou trinta anos de profissão, os pedreiros não fazem nenhum planejamento para uma obra qualquer. Eles chegam lá e vão fazendo e pedindo material a esmo e simplesmente jogando fora o que não conseguiram usar.
E o que fazem melhor é jogar fora material, cara, como são bons nisso.
Isso que nem falei das bitucas de cigarro que aparecem aos milhares em todos os cantos do terreno...........

sábado, 25 de novembro de 2017

Brasil comunista

Nós vivemos em um país comunista. Sim, um país comunista. No Brasil existe alguma liberdade para você comprar seu carro, abrir um negócio, comprar uma casa. O governo não controla qual carro vai comprar nem como você vai pagar e também nem qual casa você vai utilizar, ou a escola onde você vai colocar seus filhos.Isso tudo dá uma certa impressão de ser um país livre e capitalista, mas a realidade não é essa.
E por que eu digo que o Brasil é um país comunista? Ele não é totalmente comunista, tem algumas características do capitalismo mas apenas na aparência.
o Brasil é um país comunista porque o governo tem o controle sobre quase tudo que você faz compra e produz . Qual que é a fundamentação para este argumento é de que com os subsídios e as facilidades fornecidas pelo governo para alguns setores da economia e para algumas pessoas, ele se torna o controlador de quase a totalidade da sociedade.
Você quer exemplos?
O governo controla completamente o petróleo e os minerais. Sobre o petróleo: visivelmente a Petrobras é a única fornecedora no país e você é impedido de comprar gasolina lá fora (a única exceção é você enche o tanque no Paraguai e vir com tanque cheio para cá, não tem como fazer nada). Sobre os minérios se você achar um veio de ouro no seu terreno você não é dono deste ouro, o governo é dono do ouro e vai te pagar uma pequena taxa por estar na sua propriedade.
O governo também controla o que você compra dando subsídios para alguns alguns produtores e tarifa em excesso para alguns produtos. Você não pode comprar por exemplo o que você quer da China, do Japão ,da Austrália ou dos Estados Unidos; você paga uma tarifa de importação exorbitante, que supostamente serve para proteger o Mercado Nacional, mas na verdade esta é uma estratégia de controle sobre seu consumo.
A política de subsídios para certas empresas também  também serve como controle para que o governo diga quem pode e quem não pode produzir algum tipo de material. Por exemplo existem vários subsídios para a produção de soja e milho e outros itens que estão na pauta de exportações. Os únicos beneficiados por essa política são pequenos grupos de exportadores que retém toda riqueza. Os pequenos produtores, que não têm amigos no governo são prejudicados. Os subsídios do governo servem exclusivamente para tirar o dinheiro dos mais pobres e entregar para os mais ricos.
O bolsa família também é uma espécie de controle por parte do governo, por que causa dependência das famílias que são beneficiadas. é quase como você entregar alguma droga de graça por um tempo para que a pessoa fica dependente e depois ela não consegue mais se livrar do vício.
O que seus filhos estudam na escola também é determinado pelo governo, mesmo numa escola particular. Não existe um currículo alternativo caso você queira que seu filho estude alguma coisa diferente. Assim que entra na escola a criança é praticamente propriedade do governo. Nenhuma escola pública ou particular no Brasil tem condições de determinar o que seu filho vai estudar. assim isso cria uma uma janela para doutrinação das crianças que vão simplesmente concordar com tudo que o governo faz.
Os altos impostos dos itens básicos de consumo como arroz, feijão, trigo também servem como uma situação de controle para que o governo não só arrecade, mas consiga direcionar o consumo das pessoas para um produto ou para outro; basta aumentar o imposto e o preço deste produto aumenta e as pessoas vão tentar substituir por alguma outra coisa.
Também não existe mercado de energia no país.  todas as principais empresas fornecimento de energia estão ligadas ao governo ou são controlados por ele. você não tem opção de comprar energia de uma outra companhia que você considere melhor ou mais barata ou alguma coisa assim.
O fornecimento de água e esgoto também é controlado completamente pelo governo (municipal mas ainda controlado pelo governo) que precisa seguir regras federais para seu fornecimento.
O transporte público também carece de escolhas porque apenas o governo ou empresas ligadas ao governo que podem fornecer. não existe opção de escolha para transporte público eu não tenho como escolher empresa A ou B de ônibus porque não existe empresa A ou B existem apenas as empresas autorizadas pelo governo.
Até mesmo viajar de avião é controlado pelo governo pois a ANAC é quem determina as linhas aéreas os horários e quanto vai custar cada coisa as empresas têm uma pequena flexibilidade nos seus custos e se pode ou não cobrar passagem mas todo o resto é controlado pelo governo .
As grandes empresas de comunicação (tanto faz televisão, rádio, telefone ou internet) todas sem exceção tem alguma ligação com o governo pois recebem os subsídios ou repasses de verbas ou tem regras muitos fritas que foram criadas pelo governo.
Ainda tem várias outras coisas que eu poderia mencionar aqui mas o texto ia ficar muito extenso e eu sei que muitas pessoas não gostam de ler textos extensos na internet.
O que podemos fazer então? a única alternativa é começar a exigir que o governo saia das nossas vidas, incentivar mais empresas particulares e sem ligação com o governo fornecendo seus bens e produtos e principalmente (que demora mas dá resultado) é começar a escolher deputados, senadores e vereadores que não queiram criar mais leis restringindo tudo que você pode fazer e sim escolher nossos representantes pelos que querem reduzir o estado.
Não é com mais leis e mais regras e mais restrições que vamos ter algum Progresso e sim com  menos leis e de forma mais clara e que sirvam para todos

Era só isso só hoje.

domingo, 15 de outubro de 2017

Conselho a todos os separatistas

Dia sete de outubro tivemos um plebiscito sobre a separação dos três estados do Sul.
O resultado está aqui e tenho algumas coisas a comentar sobre o Movimento. Na verdade eu daria alguns conselhos aos separatistas do Brasil todo.
Sim, há muitos movimentos separatistas em nosso país. Segundo a Wikipedia, tens uns treze movimentos espalhados pelo Brasil. E vários outros pelo mundo
Eu tenho certa simpatia por movimentos de independência, afinal ter um governo mais perto de você é melhor que um mais distante.
Pense em uma empresa, se a gerência está perto dos funcionários, todos se entendem e conseguem traçar objetivos claros. Numa multinacional, a gerência está em outro país, vivendo em outra realidade, e traça objetivos que nada tem a ver com a realidade da filial.
Assim quanto mais perto dos governados estiverem os governantes melhor. É melhor um governo em Florianópolis ou Porto Alegre do que em Brasília. Assim como é melhor um governo em Joinville que um Florianópolis, e assim vai.
Descentralização é a chave, é melhor ter muitos governos descentralizados para o cidadão escolher do que ter apenas um do qual ele não pode sair. Eu também acho que a União Européia é o reavivamento do Império Romano. E, fazendo um parenteses aqui, há movimentos separatistas na UE também, mas lá a coisa está um pouco confusa.
Mas também acho que os responsáveis pelos movimentos separatistas tem que ter em mente algumas coisas. Coisas simples e que qualquer governante pode fazer, mas quase ninguém faz.
O Movimento o Sul é Meu País é um dos poucos que conheço (até porque moro aqui) e eles têm uma proposta muito boa: deixar o municípios por conta própria e praticamente não teer governo central.
Não tenho certeza de que o povo daqui vai gostar de ter que se virar sem um governo central, ou seja, sem aposentadoria pelo governo, sem saúde pelo governo, etc.
Mas seguem alguns conselhos aos separatistas, não só aos sulistas, se caso convencerem o governo central a separação:

DEixem as pessoas por conta própria, nada de ficar criando leis que limitem ou regulem as atividades das pessoas. Se é liberdade de um govenrno centralizado que vocês pregam, não comecem a ter governos que sabotem o que cada um faz ou não de sua vida. DEixem os municípios resolverem seus problemas e façam de tudo para não ter um governo central.

Copiem mais a Suiça e menos a Venezuela.



domingo, 8 de outubro de 2017

Sindrome de Viralata

Nós Brasileiros temos mesmo uma Síndrome de Viralata (SV, de agora em diante), e o mais interessante: gostamos de falar de nós mesmos na terceira pessoa.
Quer exemplos? Vou dar:

Assunto do artigo: defendendo liberdade trabalhista
Comentário reinante: O brasileiro não tem cultura para podeer negociar as condições de trabalho com o chefe.

Assunto do artigo: Privatização dos correios
Comentário: O brasileiro não tem cultura para escolher a melhor empresa de entregas.

Assunto do artigo: Liberação de armas
Comentário reinante: O BRasileiro não tem cultura para andar armado, vai começar uma guerra civil.

E o mais engraçado é que os comentários são feitos em terceira pessoa, como se a pessoa que está escrevendo não fosse brasileira. Ou o cidadão quer dizer que ele é o único brasileiro que possui cultura para concordar e os outros duzentos milhões não. Isto até é pior que um português errado.

Era nisso que os militares acreditavam quando tomaram o poder. Preparar o povo para ter cultura e votar. Olha a merda que deu, vinte e poucos anos de repressão. depois teve uns planos malucos e o esquerdismo entrou forte na veia do Brasil.

Justamente por acharmos que não termos cultura ou educação suficiente é que nunca vamos atrás do que é realmente importante: a liberdade.
Preferia ser um bando de ignorantes mas ter liberdade para fazer o que quiser sem prejudicar o próximo, do que ter alguém me "educando".

E ainda piora, a maior parte das pessoas reclama diariamente dos políticos brasileiros, mas quer que o GOVERNO resolva os problemas de todo mundo. Será possível que as pessoas esquecem que são os plíticos que formam o governo.

Todos também sabem que as estatais são incompetentes e fontes de corrupção. Mas qual a solução apontada? Não, não é se livrar da empresa e deixar o mercado decidir se a empresa vai sobreviver ou não. A solução sempre é MAIS fiscalização por parte do GOVERNO. Ou seja, querem que o lobo cuide das ovelhas. Mas ainda piora, caso as estatais deem prejuízo, quem paga a conta é a população.

Mas não tem jeito, enquanto nós não estivermos a fim de nos responsabilizarmos pelas nossas próprias açoes, não será possível diminuir a ação do Estado.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Brasil vs USA

Só por curiosidade o vivente vai no site da vw americana e descobre que o Jetta mais pica das galáxias custa para o americano R$ 94.602,00 (dolar a R$ 3,17), e ainda dizem que tem 55 carros no estoque conforme o que você montou no configurador. Enquanto que no site da vw brasileira eles nem se dignam a dar o preço do carro e você nem pode configurar o mesmo, é obrigado a preencher um formulário que eles vão responder "o mais breve possível". Para se ter uma ideia do valor do carro,é preciso recorrer ao webmotors, onde se descobre que um usado está por volta de R$ 120.000,00.
A coisa piora quando você lembra que o Jetta é um "sedã compacto" para os americanos (ou seja,é o carro do assalariado)